A crise económica e social que vivemos em Portugal e no resto do Mundo levou à suspensão de grande parte das atividades humanas e sociais e afetou também as reuniões negociais para a revisão das convenções coletivas de trabalho.
Se em alguns casos os processos estavam adiantados e as empresas ou associações patronais aceitaram conclui-los pelos meios digitais, outros houve em que os processos negociais foram suspensos porque são mais complexos, como é o caso do CCT Indústrias Químicas onde participam nas negociações nove associações patronais.
Tendo numa primeira fase sido acordado entre as partes suspender as negociações durante os meses de março e abril, vieram agora as associações patronais comunicar que continuam sem condições para negociar o CCT, prevendo que só a partir de Setembro tal possa vir a acontecer.
Como qualquer negociação necessita de duas partes não temos grande margem de manobra, tanto mais que um pedido de Conciliação está neste momento fora de causa pelo facto de o Ministério do Trabalho ter também suspendido esta alternativa.
Nestas circunstâncias, aceitámos retomar as negociações a partir de Setembro, deixando no entanto claro que qualquer solução que vier a ser encontrada nessa altura terá de ter em atenção a produção de efeitos a 1 de janeiro.
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